As raças foram desenvolvidas com vista na especialização em determinado tipo produtivo. Tem-se as principais:
[editar] Subespécie B. taurus taurus
[editar] Subespécie B. taurus indicus
[editar] Raças "sintéticas" brasileiras
Frutos de cruzamentos entre as demais:- Naobrasil - cruzamento de Nelore e Zebu
- Simbrasil - cruzamento de Simental e Zebu para corte
- Girolando - cruzamento de Holandês(5/8) e Gir(3/8) com dupla aptidão
- Toledo - cruzamento de Holandês e Simental
- Bravon - cruzamento de Devon e Brahman para corte
- Canchim - cruzamento de Charolais(5/8) e Zebu(3/8)
- Pitangueiras - cruzamento de Red Poll(5/8) e Zebu(3/8)(Gir e Guzerá)
- Purunã - cruzamento de Charolais, Caracu, Red Angus e Canchim, realizado no IAPAR com 1/4 para cada raça.
[editar] Raças crioulas brasileiras
As raças crioulas brasileiras descendem dos rebanhos trazidos para a América pelos colonizadores portugueses e espanhóis.- Caracu - origem São Paulo
- Crioulo Lageano[1] - origem Santa Catarina
- Curraleiro [2] - origem Piauí
- Mocho Nacional - origem São Paulo e Goiás
- Pantaneiro - origem Mato Grosso do Sul
[editar] Principais raças de bovinos criadas em Portugal
[editar] Raças autóctones portuguesas
Para além das raças que conseguiram grande expansão quantitativa e geográfica, como as atrás indicadas, existem várias raças autóctones, resultantes de pressões selectivas específicas ou de um relativo isolamento genético nas localidades onde se desenvolveram. Muitas dessas raças estão extintas ou em extinção fruto da globalização e da competição com raças mais produtivas. Entre as raças autóctones estão:- Ramo Grande dos Açores.
- Alentejana, do Alentejo
- Arouquesa, de Aveiro
- Minhota ou Galega
- Maronesa, região da Serra do Marão, Trás-os-Montes[desambiguação necessária]
- Barrosão ou Cachena, da região do Barroso e da zona do Parque Nacional da Peneda-Gerês
- Gravonesa
- Brava
- Mirandesa
- Jarmelista ou Jarmeleira, região da Guarda
- Mertolenga, Mértola